top of page
  • Facebook
  • Twitter
  • YouTube
  • Instagram

Chico Muniz, um retrato de saudade

  • ailacultatende
  • 1 de jul. de 2022
  • 1 min de leitura

Por Caio César Muniz

Ocupante da Cadeira Nº 21 e presidente da AILA.


ree

Se estivesse vivo, tio Chico Muniz estaria completando neste dia 1º de julho, 88 anos de vida muito bem vivida. A Covid-19 não permitiu, infelizmente e o levou no início do ano passado, após ter vencido uma luta contra um câncer e outras mazelas. Já era um vence(dor).

Tenho lembranças muito boas de tio Chico, desde os passeios nos finais de tarde em seu Maverick amarelo, às histórias de valentia e o amor pelas pescarias, junto com seu amigo leal e inseparável Cícero Conrado.

Da casa na rua Francisco das Chagas Magalhães, lembro da sua criação de marrecas e, lógico, do seu laboratório fotográfico. Um dos primeiros de Iracema, antecedido, pelo menos ao que lembra a memória de minha mãe, dona Marinete, por Nelson, pai do também saudoso “Zé de Nelson”, esposo de dona Liêda. Precisamos resgatar este nome também em nossa história.

Quase juntamente com tio Chico, mas mais recentemente, veio Elizabete (Foto Elizabete) e mais recente ainda, Isaías Sena (Foto Sena).

Não sei se tio Chico deixou algum acervo, mas certamente fotografou quase todas as autoridades e também pessoas comuns do seu tempo e registrou ainda paisagens da cidade, quando “perder” uma foto num filme de quantidade limitada era praticamente jogar dinheiro fora, mas ele fazia isto.

No monóculo da história, tio Chico Muniz registrou com louvor sua passagem neste plano terreno, nos faz falta e faz falta à geografia humana deste chão de Moura Brasil.

ree

Foto atribuída à Chico Muniz.

 
 
 

Comentários


Junte-se à nossa lista de endereços

Obrigado pelo envio!

Contato: Telefone (084) 9 99040286 | ailacultatende@gmail.com

© 2022

  • Facebook Black Round
  • Tumblr Black Round
bottom of page